A Revolução Brasileira dos Brancos Alemães

02/02/2015 às 12:47.

 Durante anos foram enviados para o Brasil vinhos brancos alemães de baixa qualidade, destruindo entre nós a imagem desta bebida. 

Hoje, conseguimos importar as maiores preciosidades fabricadas por lá, como os Keller e os Dönnhoff, notas máximas do guia Der Feinschmecker.  Principalmente da uva Riesling, que permite a elaboração de vinhos muito prazerosos, com ampla gama de combinação com comidas. Na Casa Carandaí, temos bons exemplos de harmonização: ravióli de mussarela de búfala com molho triplo burro, salada de atum, queijo de cabra da fazenda Genèneve ou uma torta de palmito.

São duas vinícolas super tradicionais, que fazem grandes vinhos desde o século XVIII. A Keller (www.keller-wein.de), comandada pelo casal Klaus Peter e Julia Keller, com pouco mais de trinta anos de idade, lidera o renascimento da região de Rheinhessen, uma das mais importantes no país. Seu Grosse Gewächs Hubacker (R$ 372,00) é considerado um dos melhores brancos do mundo.


A Dönnhoff (www.donnhoff.com) é o grande produtora da região de Nahe. Liderada pelas irmãos Helmur e Cornelius, ganhou as máximas 4 estrelas do Hugh Johnson. Seu Auslese Niederhäuser Hermannshöle (R$274,00 garrafa de 375 ml) com 97 pts do Robert Parker é de tomar de joelhos!


Sugerimos experimentarem os Trocken (secos):

Keller Riesling - R$ 123,00

Keller Riesling Von der Fels  - R$ 188,00

Dönnhoff Riesling - R$ 119,00

WeiBburgunder - R$ 139,00 

Por Mauricio Kaufman - Casa Carandaí

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